Paraíba

Operação da PF mira comércio ilegal de eletrônicos importados em João Pessoa e Campina Grande

Ação investiga esquema de descaminho e associação criminosa envolvendo a venda de celulares, notebooks e relógios inteligentes sem tributação.

Por Redação •
Operação da PF mira comércio ilegal de eletrônicos importados em João Pessoa e Campina Grande

A Polícia Federal deflagrou, nesta sexta-feira (16), a Operação Story Oculto, com o objetivo de desarticular um esquema criminoso voltado à aquisição, distribuição e revenda de produtos eletrônicos estrangeiros introduzidos de forma irregular no Brasil. O caso apura a prática dos crimes de descaminho e associação criminosa.

Mandados e esquema investigado

Durante a ofensiva, equipes policiais deram cumprimento a mandados de busca e apreensão em endereços situados em João Pessoa e Campina Grande. As ordens judiciais abrangeram residências de suspeitos e um estabelecimento comercial especializado no comércio e assistência técnica de aparelhos eletrônicos.

As apurações apontam indícios de uma rotina estruturada de revenda de itens de alto valor comercial que entravam no país sem o recolhimento dos impostos legais devidos. Entre os principais dispositivos negociados pelo grupo estavam:

  • Smartphones de última geração;
  • Notebooks e computadores portáteis;
  • Relógios inteligentes (smartwatches).

Logística e apreensões

De acordo com os levantamentos da corporação, os alvos agiam de forma coordenada em todas as etapas da cadeia, desde a compra e armazenamento até a divulgação e entrega final das mercadorias. O grupo utilizava redes sociais, estabelecimentos comerciais físicos e serviços de frete para atender consumidores em diferentes municípios paraibanos.

Nos locais das buscas, a Polícia Federal apreendeu aparelhos celulares, documentos, equipamentos eletrônicos e outros materiais essenciais, que passarão por perícia técnica. Conforme destacou a PF, os procedimentos continuam para identificar outros participantes, colaboradores e eventuais beneficiários do esquema ilícito.

Fonte: MaisPB